O texto desta mensagem encontra-se no capítulo 102 do Livro de Salmos, cujos versos 1 e 2 expressam o seguinte: “Ouve, Senhor, a minha súplica e cheguem a ti os meus clamores. Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos no dia em que eu clamar e dá-te pressa em acudir-me”. Esse trecho exemplifica um momento de angústia do salmista, mas também um instante de esperança em Deus.
Todos temos os nossos dias de angústia, aqueles em que uma má notícia bate à porta, em que o telefone toca com palavras que não queríamos escutar, os dias em que a vida parece nos estar pregando uma peça. Há outras angústias, também, as que ocorrem quando nos sentimos incompreendidos e desvalorizados. É comum, por exemplo, que as pessoas em quem mais confiamos sejam as que mais nos machucam. Esses momentos certamente roubam a nossa alegria, deixando-nos abatidos, com um peso sobre as costas que, por vezes, chegam mesmo a impedir a nossa caminhada.
Nesses momentos precisamos ser acudidos por Deus, precisamos ver a sua graça se manifestar a ponto de transformar o nosso estado de espírito, de modo a que a esperança brote novamente no nosso coração. Mas é preciso clamar. É necessário uma atitude semelhante à do salmista, de súplica diante do Altíssimo e exposição, sem restrições, de tudo o que nos perturba e deve ser mudado.
Afinal, as angústias não podem durar para sempre e poderão ter uma vida ainda mais curta se atentarmos para o que a Bíblia ensina. Quando clamamos, voltamo-nos para Deus, entendemos o quanto somos importantes e amados e, naturalmente, começamos a ter uma ótica diferenciada, começamos a nos enxergar como Deus nos enxerga e a dar a nós mesmos o valor que Ele nos dá.
Deus nos ensina a considerarmos a nós mesmos como seus filhos, como pessoas especiais, cheias de dons e talentos, o que talvez não conseguíssemos quando na dependência do reconhecimento humano. Pense, então, que o seu clamor vai produzir aquilo de que realmente necessita, a palavra do céu, que lhe trará a verdadeira alegria. Ela certamente vai transformar o seu viver.
Em Cristo,
Ap. Rina
BOLA DE NEVE CHURCH
Igreja Evangélica Cristã Renovada-Ministério Feminino Guerreiras de Cristo
"Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva." (João 4 : 10)
Sejam bem-vindos ao nosso blog!
Aqui você poderá ler artigos e estudos da Palavra com a finalidade de edificar o seu conhecimento cristão.
A paz de Cristo esteja com vocês!
Hérica Macêdo Andrade
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Afinal, quem escreveu os Salmos?
Afinal, quem escreveu os Salmos?
Nosso livro de Salmos é uma coleção de 150 poemas dividida em 5 livros. Várias pessoas foram usadas pelo Espírito Santo para nos revelar essa rica literatura de adoração.
A metade dos salmos foi escrita por Davi. Os títulos o identificam como autor de 73 salmos. Atos 4:25 e Hebreus 4:7 atribuem mais dois ao segundo rei de Israel. Salomão, o filho de Davi, acrescentou mais dois (72 e 127), e Moisés escreveu um (90). Vários homens que conduziam o louvor em Jerusalém (Asafe, Etã e os descendentes de Corá) escreveram 25 dos salmos. Os autores de quase um terço dos salmos não se identificam.
As datas dos salmos abrangem, pelo menos, nove séculos. Moisés escreveu no 15º século a.C., e alguns dos salmos foram escritos depois da volta do cativeiro (veja, por exemplo, Salmo 147:2), que aconteceu no 6º século a.C. A grande maioria vem da época do reino unido, quando a arca da aliança foi levada a Jerusalém, e o templo foi construído naquela cidade.
A diversidade dos salmos traz uma riqueza especial à sua qualidade como exemplos de adoração. Eles tratam de toda espécie de experiência humana. Falam de vitória e alegria, e de medo e perseguição. Refletem as emoções de homens espirituais gozando comunhão com o Criador, e de pecadores sentindo falta dele. Pedem bênçãos sobre os justos e punição dos ímpios. Podemos aprender muito das diversas experiências de Davi, Asafe e outros salmistas de Israel. Considere alguns exemplos.
Quando fugia de Absalão, seu filho rebelde, Davi escreveu: “São muitos os que dizem de mim: Não há em Deus salvação para ele. Porém tu, Senhor, és o meu escudo....Com a minha voz clamo ao Senhor, e ele do seu santo monte me responde. Deito-me e pego no sono; acordo, porque o Senhor me sustenta” (3:2-5).
Depois de cometer adultério com Bate-Seba, Davi abriu o seu coração penitente para Deus: “Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim” (51:1-3).
Muitos salmos louvam as qualidades de Deus, como o Salmo 93, que fala em poucos versículos da soberana majestade, do poder, da fidelidade, da santidade e da eternidade do Senhor. Vários salmos destacam características específicas de Deus – a sua justiça (96:13; 98:8-9), a sua santidade (99), a sua misericórdia (136), etc.
A leitura dos salmos nos impressiona com a profunda espiritualidade do louvor. Temos o privilégio, através dos salmos, de ver de perto os corações de homens que realmente exultavam na presença de Deus.“Aleluia! Louvai o nome do Senhor; louvai-o, servos do Senhor” (135:1).
– por Dennis Allan
Fonte: EstudosdaBíblia.net / Portal DT
Nosso livro de Salmos é uma coleção de 150 poemas dividida em 5 livros. Várias pessoas foram usadas pelo Espírito Santo para nos revelar essa rica literatura de adoração.
A metade dos salmos foi escrita por Davi. Os títulos o identificam como autor de 73 salmos. Atos 4:25 e Hebreus 4:7 atribuem mais dois ao segundo rei de Israel. Salomão, o filho de Davi, acrescentou mais dois (72 e 127), e Moisés escreveu um (90). Vários homens que conduziam o louvor em Jerusalém (Asafe, Etã e os descendentes de Corá) escreveram 25 dos salmos. Os autores de quase um terço dos salmos não se identificam.
As datas dos salmos abrangem, pelo menos, nove séculos. Moisés escreveu no 15º século a.C., e alguns dos salmos foram escritos depois da volta do cativeiro (veja, por exemplo, Salmo 147:2), que aconteceu no 6º século a.C. A grande maioria vem da época do reino unido, quando a arca da aliança foi levada a Jerusalém, e o templo foi construído naquela cidade.
A diversidade dos salmos traz uma riqueza especial à sua qualidade como exemplos de adoração. Eles tratam de toda espécie de experiência humana. Falam de vitória e alegria, e de medo e perseguição. Refletem as emoções de homens espirituais gozando comunhão com o Criador, e de pecadores sentindo falta dele. Pedem bênçãos sobre os justos e punição dos ímpios. Podemos aprender muito das diversas experiências de Davi, Asafe e outros salmistas de Israel. Considere alguns exemplos.
Quando fugia de Absalão, seu filho rebelde, Davi escreveu: “São muitos os que dizem de mim: Não há em Deus salvação para ele. Porém tu, Senhor, és o meu escudo....Com a minha voz clamo ao Senhor, e ele do seu santo monte me responde. Deito-me e pego no sono; acordo, porque o Senhor me sustenta” (3:2-5).
Depois de cometer adultério com Bate-Seba, Davi abriu o seu coração penitente para Deus: “Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim” (51:1-3).
Muitos salmos louvam as qualidades de Deus, como o Salmo 93, que fala em poucos versículos da soberana majestade, do poder, da fidelidade, da santidade e da eternidade do Senhor. Vários salmos destacam características específicas de Deus – a sua justiça (96:13; 98:8-9), a sua santidade (99), a sua misericórdia (136), etc.
A leitura dos salmos nos impressiona com a profunda espiritualidade do louvor. Temos o privilégio, através dos salmos, de ver de perto os corações de homens que realmente exultavam na presença de Deus.“Aleluia! Louvai o nome do Senhor; louvai-o, servos do Senhor” (135:1).
– por Dennis Allan
Fonte: EstudosdaBíblia.net / Portal DT
O dia de finados
Perguntas e comentários bíblicos sobre o Dia de Finados por Pr Natanael Rinaldi.
1. No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?
O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.
2. Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?
O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
3. Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?
Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.
4. A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?
Porque segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.
5. Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?
Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.
6. Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?
No livro de Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.
7. Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?
Sim.
A) os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.
B) os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.
C) os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.
D) As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.
E) os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.
8. Como se dará a ressurreição de todos os mortos?
Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.
Texto de autoria do Pr Natanael Rinaldi, 80 anos, um dos maiores apologistas cristãos brasileiros
fonte:http://www.iead-pvh.com/portal/modules/news/article.php?storyid=1300
1. No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?
O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.
2. Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?
O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
3. Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?
Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.
4. A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?
Porque segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.
5. Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?
Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.
6. Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?
No livro de Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.
7. Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?
Sim.
A) os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.
B) os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.
C) os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.
D) As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.
E) os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.
8. Como se dará a ressurreição de todos os mortos?
Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.
Texto de autoria do Pr Natanael Rinaldi, 80 anos, um dos maiores apologistas cristãos brasileiros
fonte:http://www.iead-pvh.com/portal/modules/news/article.php?storyid=1300
sábado, 30 de outubro de 2010
Homenagem do Min. Infantil ao aniversário do Pastor Jr.
Toda a história da tua vida, todos os momentos, as oportunidades, em todas as noites difíceis e também nas mais tranqüilas, Deus esteve presente. Ele sabe quem você é! Conhece-te desde o ventre! Sempre teve um plano para você!
E Jesus morreu por você, porque “O bom pastor dá a vida por suas ovelhas”.
Sabe pastor, nunca esqueça que apesar de ser pastor, você também é ovelha. E o teu pastor é maravilhoso, benigno e nunca há de te faltar.
Pastor, se um dia sentir-se só como uma ovelha desgarrada, solitária em meio ao grande rebanho, lembre-se que ao lado do Bom Pastor nada te faltará!
Parabéns pastor! Que a alegria deste chamado brilhe cada vez mais em seu coração. E que outras ovelhas sintam a influência positiva de uma vida transformada. Não por esforços humanos, mas pelo amor de teu grande amigo Jesus! Estamos e estaremos sempre com você para declarar o nosso imenso carinho e dividir esforços neste Ministério abençoado!
Nós te amamos em Cristo!!!
Ministério Infantil
28-10-2010
Querido Pastor
Hoje é um dia especial! Dia de recordar decisões, vitórias, para lembrar também das falhas e aperfeiçoar as qualidades, para renovar votos, para curtir o tempo que passou, para relembrar os bons momentos, para sorrir ou chorar, mas acima de tudo, hoje é dia de saber que você foi escolhido por Deus!
Toda a história da tua vida, todos os momentos, as oportunidades, em todas as noites difíceis e também nas mais tranqüilas, Deus esteve presente. Ele sabe quem você é! Conhece-te desde o ventre! Sempre teve um plano para você!
E Jesus morreu por você, porque “O bom pastor dá a vida por suas ovelhas”.
Sabe pastor, nunca esqueça que apesar de ser pastor, você também é ovelha. E o teu pastor é maravilhoso, benigno e nunca há de te faltar.
Pastor, se um dia sentir-se só como uma ovelha desgarrada, solitária em meio ao grande rebanho, lembre-se que ao lado do Bom Pastor nada te faltará!
Parabéns pastor! Que a alegria deste chamado brilhe cada vez mais em seu coração. E que outras ovelhas sintam a influência positiva de uma vida transformada. Não por esforços humanos, mas pelo amor de teu grande amigo Jesus! Estamos e estaremos sempre com você para declarar o nosso imenso carinho e dividir esforços neste Ministério abençoado!
Nós te amamos em Cristo!!!
Ministério Infantil
28-10-2010
VISÃO
Na obra de Deus, existem métodos e princípios. Métodos são relativos e princípios são absolutos. Métodos são estratégias úteis para um lugar e não para outros, podem ser valiosas para uma geração e inúteis para outras, são aplicáveis em certos lugares, mas não a todos. Princípios, por outro lado, são padrões e leis espirituais eternas. Eles são válidos para todas as pessoas de todas as épocas e de todos os lugares. Os princípios são regras estabelecidas na Palavra de Deus.
Com relação à obra de Deus, as pessoas mantêm o conceito de que o propósito da obra é um princípio e a maneira como a fazemos é um método. Isso, de fato, está correto. O problema é que elas concluem que os princípios devem ser dados por Deus, mas os métodos podem ser estabelecidos de acordo com as preferências humanas. E esse é um grande erro. Na obra de Deus, tanto os métodos como os princípios são estabelecidos por Ele.
Os objetivos de Deus são sublimes e divinos. Ele não nos dá uma obra tão tremenda dizendo: “Façam como quiserem”. O Senhor quer nos orientar quanto aos princípios da obra, e também quanto aos métodos e estratégias. Ele quer nos orientar a respeito “do que” Ele quer e de “como” Ele quer. Precisamos seguir os princípios de Deus quando fazemos a obra de edificação da igreja. Na obra de Deus, tudo precisa ser feito de acordo com o modelo que nos é mostrado no monte.
1. O centro do coração de Deus é ter filhos
O primeiro princípio absoluto da visão é este: Deus deseja filhos e nós estamos aqui para gerá-los pelo Espírito. Quando Deus criou o homem, suas primeiras palavras para o homem foram: “Adão, seja fecundo e encha a terra.” No centro do coração de Deus está o anseio de ter filhos. Assim, não trabalhamos apenas para salvar muita gente, encher o salão. Nosso alvo é apresentá-las como noiva perante o noivo (Cl 1.28; Ef 4.13).
Cremos no crescimento e o buscamos, mas queremos somente o crescimento que vem de Deus, não o que vem por meio do fermento. Proponha em seu coração gerar discípulos de Jesus, não meros seguidores. Não negocie a mensagem nem faça barganha com o preço do discipulado. Nosso encargo é pelo crescimento da igreja e pelo estabelecimento do reino de Deus em nossa geração.
2. Jesus é nosso único ponto de referência e o ensino dos apóstolos é nossa base de edificação
Esse é um ponto fundamental. Existem muitos pastores de sucesso e grandes ministérios espalhados por todo o mundo. Não devemos fazer algo unicamente porque outros fazem, nem seguir uma visão apenas porque eles a postularam. Sempre devemos comparar o que está sendo feito com a Palavra de Deus.
O último critério não é o sucesso ou o crescimento, mas a Palavra de Deus. Evidentemente, cremos em toda a Bíblia e é certo que o Velho Testamento é útil (2 Tm 3.16), mas ele não serve como base para nós hoje. Contudo, o Novo Testemunho contém a realidade que é Jesus e a Igreja.
3. A ordem de Jesus é que façamos discípulos e não frequentadores de cultos (Mt 28.18-20)
O livro de Atos descreve os irmãos como “a comunidade dos discípulos”. Isso revela que o que estava no coração dos líderes da igreja não era apenas pregar o Evangelho e salvar pessoas, mas fazer discípulos de Jesus (At 6.1-2). Não me interprete mal, pois pregar é muito importante, mas não resume todo o nosso trabalho. Precisamos fazer discípulos. Para entendermos bem como o discipulado deve ser feito, precisamos ir ao Novo Testamento e ver com cuidado como Jesus fazia discípulos.
Precisamos entender o que era um discípulo para Jesus (Lc 14.26-27; 14.33; Jo 8.31; 13.34-35; 15.8). Devemos descobrir como Jesus fazia discípulos, que mensagem pregava e que condições colocavam para o discipulado (Mt 18.19; 9.9; 19.16-22; Lc 9.57-62; 14.26-33). Por fim, precisamos saber como ele cuidava dos discípulos (Mt 3.14; Jo 17; Mt 5.1-2).
4. A única pregação que forma discípulos é a pregação do evangelho do reino
O evangelho do reino é a visão dos vencedores. Temos que conhecer bem a diferença entre o evangelho do reino e o evangelho das bênçãos. Se pregarmos salvação sem as condições do discipulado, não formaremos discípulos, mas um ajuntamento de gente sem compromisso e submissão a Deus. Não formamos apenas salvos, mas salvos vencedores. O evangelho da graça produz filhos de Deus, pecadores convertidos. Mas o evangelho do reino produz discípulos comprometidos.
É comum ouvirmos pregadores dizendo às pessoas: “Venham a Jesus e vocês ganharão uma coroa no céu!” Porém, isso não é verdadeiro. Ninguém receberá uma coroa no céu simplesmente porque creu no Senhor e foi salvo. Receber é uma coisa, mas receber o galardão e a recompensa é outra muito diferente.
Jesus deixou claro que a motivação do discípulo é a recompensa do reino. O segredo da geração de discípulos é o evangelho do reino. Precisamos ensinar constantemente a necessidade da vigilância e do temor, de edificarmos com ouro, prata e pedras preciosas, de fazer a vontade de Deus se quisermos reinar com o Senhor naquele dia.
5. Praticamos o discipulado pessoal, mas não ignoramos a importância do ensino e do treinamento em grupo
É um engano pensar que o discipulado substitui o treinamento dentro da vida da Igreja. Levantamos líderes pelo discipulado, mas instruímos esses líderes pelo ministério do ensino. No discipulado, aprende-se fazendo junto com o discipulador. O alvo é crescimento e transformação de vida, o aprendizado é informal e existe um forte compromisso mútuo. Sem isso, não cumprimos o propósito de Deus de fazer discípulos.
Mas o discipulado não supre todas as necessidades da igreja. Ainda precisamos do ministério de ensino para nos suprir. Nem sempre o discipulador possui o conhecimento de todo o conselho de Deus, por isso a necessidade de professores e mestres que possam suprir essa limitação. Bons discípulos e bons líderes precisam de ferramentas que possam ajudá-los a desempenhar seu ministério, e essas ferramentas lhes são dadas pelo ensino e treinamento formal.
6. A estratégia de Deus para cumprir seu propósito é o ministério de todos os santos
Cada membro é um ministro e deve ser treinado para o desempenho do seu serviço, segundo lemos em Efésios 4.11-16. Temos cargos e governo na igreja, mas nunca podemos permitir que se transformem em posições clericais que anulem as funções do corpo (Rm 8.28-29; Ef 4.13). Esse é um valor inegociável.
O sacerdócio universal dos crentes foi restaurado desde a reforma protestante. Homens de Deus morreram por essa verdade e pela prática dela. Mas ainda hoje o vírus do clericalismo mantém pessoas anestesiadas e improdutivas no corpo de Cristo. Você deve combater o clericalismo por muitos motivos: porque ele é uma doença no corpo de Cristo, porque o clericalismo produz membros, mas não gera discípulos e o pior motivo é que o clericalismo destrói o plano eterno de Deus para a igreja.
Deus tem um desejo em seu coração. O propósito eterno de Deus tem um ponto central: “Cristo em nós”, isto é, Cristo sendo a nossa vida. Nunca se esqueça de que cada crente deve ser um produtor e não um mero consumidor ou cliente da igreja, o oposto do que prega o clericalismo, que estimula a mentalidade de crente consumidor. Quando um crente compreende que ele deve produzir e não simplesmente consumir, uma verdadeira revolução acontece em sua postura em relação à igreja local.
7. Todo reconhecimento ministerial deve ser pelo fruto do trabalho
Em Mateus 7.16, o Senhor Jesus disse que pelos frutos seríamos conhecidos. Isso significa que o caminho do reconhecimento ministerial deve sempre levar em conta os frutos do obreiro. Deve haver fruto de vidas alcançadas, transformadas, edificadas e células multiplicadas para que alguém vá crescendo no ministério.
Não podemos seguir os padrões religiosos de outros movimentos. Em algumas igrejas, reconhecimento vem através de um curso teológico. Assim, uma pessoa é constituída como pastor somente porque acumulou algum conhecimento intelectual sem nunca ter tido nenhum fruto na obra. Todavia, nos tempos do Novo Testamento, os presbíteros eram levantados no seio da própria igreja e eram reconhecidos por seu caráter e pelos frutos no serviço (Tt 1.5-9).
Assim, existe um trilho que cada um deve seguir caso aspire ser um pastor. Ele deve conquistar a confiança dos pastores pelos seus frutos e caráter. A credibilidade e a confiança são a chave para o reconhecimento ministerial. Seu pastor, discipulador e mesmo a igreja precisam confiar em você. A confiança possui quatro elementos.
a) Integridade – Qualquer um que aspira crescer ministerialmente precisa, em primeiro lugar, demonstrar integridade, que significa ser inteiro, a mesma pessoa por dentro e por fora, publicamente e em particular. É ser coerente consigo e com os outros.
b) Motivação – Precisa demonstrar que suas motivações são puras. Os irmãos desejam ver que nos preocupamos e buscamos sinceramente o bem da obra e não nosso próprio interesse.
c) Capacitação – Os irmãos precisam perceber que você consegue liderar a célula, a rede ou a igreja.
d) Resultado – Líderes que multiplicam suas células e suas redes ganham a confiança dos membros e dos pastores da igreja. Em nosso meio, ninguém é constituída líder por causa de amizades, posição social ou títulos acadêmicos, mas tudo passa pelos frutos.
8. Os líderes devem ser modelo para tudo o que querem que os demais discípulos sejam e façam
Não somos como aquele homem que fica na praia ensinando os que estão no barco a navegarem. Em nosso meio, os que ensinam são os primeiros a entrar no barco, correr os riscos e demonstrar sua liderança com o próprio exemplo. Eles devem ser o exemplo, não apenas de santidade pessoal, mas também de serviço na obra de Deus. Devem se relacionar, pregar o evangelho, fazer discípulos, edificá-los, multiplicar células, etc (At 1.1; Hb 5.1-3).
9. Todo ensino e toda estrutura devem se manter na simplicidade
Não devemos ter um “pacote” muito grande. Paulo deu todo o conselho de Deus aos efésios em apenas três anos (At 20.27). Jesus mandou guardar todas as coisas que ele nos ordenou e não toda a Bíblia. Se a igreja está cheia de intelectualismo bíblico, ou está sempre atrás de novidades, será muito difícil edificar discípulos. A novidade na igreja é que o amor e a obediência aumentam e muitos novos se convertam ao Senhor (2 Co 11.3).
10. Tudo na igreja local se faz nas células e a partir delas
O Espírito Santo levou a igreja para as casas, não somente para realizar reuniões com oração, cântico e pregação, mas para que ela seja tudo o que deve ser e, principalmente, para desenvolver o ministério dos santos (At 2.46; 5.42; Rm 16.10, 14, 15; 1 Co 16.15, 19; Cl 4.15). Em grandes reuniões, não se pode treinar os santos para o ministério. Por isso, devemos nos reunir nas casas, em grupos pequenos que chamamos de célula.
Qual é sua maneira de ver e de ser igreja? Talvez você esteja naquele grupo que enxerga a igreja apenas como um amontoado de crentes que se reúne aos domingos para ouvir uma palavra sobre a Bíblia em um templo. Ou, quem sabe, sua visão é um pouco mais moderna e você vê a igreja como um belo show de música ou de teatro dirigido por profissionais e experts em entretenimento.
Existem muitas formas de ver a igreja. A grande questão é: qual deles nos permite concretizar o projeto de Deus? Deus, como um prudente construtor, nos deu um projeto de Sua igreja na Bíblia: a igreja primitiva.
É por meio das células que podemos retomar aquilo que a Igreja perdeu no decorrer dos séculos, pois ela se tornou algo diferente daquilo que Deus tencionou desde o princípio. Se você nunca parou para checar seu conceito de igreja, faça-o agora. Deus está movendo sobre a terra e um novo padrão está sendo estabelecido. Novo para nós, mas antigo na história. Este é o padrão do Novo Testamento e até mesmo o padrão da reforma: cada crente um ministro e cada casa uma extensão da igreja.
Contato: aluizioasilva@terra.com.br
twitter.com/aluizioasilva
FONTE:igrejavideira.com
Na obra de Deus, existem métodos e princípios. Métodos são relativos e princípios são absolutos. Métodos são estratégias úteis para um lugar e não para outros, podem ser valiosas para uma geração e inúteis para outras, são aplicáveis em certos lugares, mas não a todos. Princípios, por outro lado, são padrões e leis espirituais eternas. Eles são válidos para todas as pessoas de todas as épocas e de todos os lugares. Os princípios são regras estabelecidas na Palavra de Deus.
Com relação à obra de Deus, as pessoas mantêm o conceito de que o propósito da obra é um princípio e a maneira como a fazemos é um método. Isso, de fato, está correto. O problema é que elas concluem que os princípios devem ser dados por Deus, mas os métodos podem ser estabelecidos de acordo com as preferências humanas. E esse é um grande erro. Na obra de Deus, tanto os métodos como os princípios são estabelecidos por Ele.
Os objetivos de Deus são sublimes e divinos. Ele não nos dá uma obra tão tremenda dizendo: “Façam como quiserem”. O Senhor quer nos orientar quanto aos princípios da obra, e também quanto aos métodos e estratégias. Ele quer nos orientar a respeito “do que” Ele quer e de “como” Ele quer. Precisamos seguir os princípios de Deus quando fazemos a obra de edificação da igreja. Na obra de Deus, tudo precisa ser feito de acordo com o modelo que nos é mostrado no monte.
1. O centro do coração de Deus é ter filhos
O primeiro princípio absoluto da visão é este: Deus deseja filhos e nós estamos aqui para gerá-los pelo Espírito. Quando Deus criou o homem, suas primeiras palavras para o homem foram: “Adão, seja fecundo e encha a terra.” No centro do coração de Deus está o anseio de ter filhos. Assim, não trabalhamos apenas para salvar muita gente, encher o salão. Nosso alvo é apresentá-las como noiva perante o noivo (Cl 1.28; Ef 4.13).
Cremos no crescimento e o buscamos, mas queremos somente o crescimento que vem de Deus, não o que vem por meio do fermento. Proponha em seu coração gerar discípulos de Jesus, não meros seguidores. Não negocie a mensagem nem faça barganha com o preço do discipulado. Nosso encargo é pelo crescimento da igreja e pelo estabelecimento do reino de Deus em nossa geração.
2. Jesus é nosso único ponto de referência e o ensino dos apóstolos é nossa base de edificação
Esse é um ponto fundamental. Existem muitos pastores de sucesso e grandes ministérios espalhados por todo o mundo. Não devemos fazer algo unicamente porque outros fazem, nem seguir uma visão apenas porque eles a postularam. Sempre devemos comparar o que está sendo feito com a Palavra de Deus.
O último critério não é o sucesso ou o crescimento, mas a Palavra de Deus. Evidentemente, cremos em toda a Bíblia e é certo que o Velho Testamento é útil (2 Tm 3.16), mas ele não serve como base para nós hoje. Contudo, o Novo Testemunho contém a realidade que é Jesus e a Igreja.
3. A ordem de Jesus é que façamos discípulos e não frequentadores de cultos (Mt 28.18-20)
O livro de Atos descreve os irmãos como “a comunidade dos discípulos”. Isso revela que o que estava no coração dos líderes da igreja não era apenas pregar o Evangelho e salvar pessoas, mas fazer discípulos de Jesus (At 6.1-2). Não me interprete mal, pois pregar é muito importante, mas não resume todo o nosso trabalho. Precisamos fazer discípulos. Para entendermos bem como o discipulado deve ser feito, precisamos ir ao Novo Testamento e ver com cuidado como Jesus fazia discípulos.
Precisamos entender o que era um discípulo para Jesus (Lc 14.26-27; 14.33; Jo 8.31; 13.34-35; 15.8). Devemos descobrir como Jesus fazia discípulos, que mensagem pregava e que condições colocavam para o discipulado (Mt 18.19; 9.9; 19.16-22; Lc 9.57-62; 14.26-33). Por fim, precisamos saber como ele cuidava dos discípulos (Mt 3.14; Jo 17; Mt 5.1-2).
4. A única pregação que forma discípulos é a pregação do evangelho do reino
O evangelho do reino é a visão dos vencedores. Temos que conhecer bem a diferença entre o evangelho do reino e o evangelho das bênçãos. Se pregarmos salvação sem as condições do discipulado, não formaremos discípulos, mas um ajuntamento de gente sem compromisso e submissão a Deus. Não formamos apenas salvos, mas salvos vencedores. O evangelho da graça produz filhos de Deus, pecadores convertidos. Mas o evangelho do reino produz discípulos comprometidos.
É comum ouvirmos pregadores dizendo às pessoas: “Venham a Jesus e vocês ganharão uma coroa no céu!” Porém, isso não é verdadeiro. Ninguém receberá uma coroa no céu simplesmente porque creu no Senhor e foi salvo. Receber é uma coisa, mas receber o galardão e a recompensa é outra muito diferente.
Jesus deixou claro que a motivação do discípulo é a recompensa do reino. O segredo da geração de discípulos é o evangelho do reino. Precisamos ensinar constantemente a necessidade da vigilância e do temor, de edificarmos com ouro, prata e pedras preciosas, de fazer a vontade de Deus se quisermos reinar com o Senhor naquele dia.
5. Praticamos o discipulado pessoal, mas não ignoramos a importância do ensino e do treinamento em grupo
É um engano pensar que o discipulado substitui o treinamento dentro da vida da Igreja. Levantamos líderes pelo discipulado, mas instruímos esses líderes pelo ministério do ensino. No discipulado, aprende-se fazendo junto com o discipulador. O alvo é crescimento e transformação de vida, o aprendizado é informal e existe um forte compromisso mútuo. Sem isso, não cumprimos o propósito de Deus de fazer discípulos.
Mas o discipulado não supre todas as necessidades da igreja. Ainda precisamos do ministério de ensino para nos suprir. Nem sempre o discipulador possui o conhecimento de todo o conselho de Deus, por isso a necessidade de professores e mestres que possam suprir essa limitação. Bons discípulos e bons líderes precisam de ferramentas que possam ajudá-los a desempenhar seu ministério, e essas ferramentas lhes são dadas pelo ensino e treinamento formal.
6. A estratégia de Deus para cumprir seu propósito é o ministério de todos os santos
Cada membro é um ministro e deve ser treinado para o desempenho do seu serviço, segundo lemos em Efésios 4.11-16. Temos cargos e governo na igreja, mas nunca podemos permitir que se transformem em posições clericais que anulem as funções do corpo (Rm 8.28-29; Ef 4.13). Esse é um valor inegociável.
O sacerdócio universal dos crentes foi restaurado desde a reforma protestante. Homens de Deus morreram por essa verdade e pela prática dela. Mas ainda hoje o vírus do clericalismo mantém pessoas anestesiadas e improdutivas no corpo de Cristo. Você deve combater o clericalismo por muitos motivos: porque ele é uma doença no corpo de Cristo, porque o clericalismo produz membros, mas não gera discípulos e o pior motivo é que o clericalismo destrói o plano eterno de Deus para a igreja.
Deus tem um desejo em seu coração. O propósito eterno de Deus tem um ponto central: “Cristo em nós”, isto é, Cristo sendo a nossa vida. Nunca se esqueça de que cada crente deve ser um produtor e não um mero consumidor ou cliente da igreja, o oposto do que prega o clericalismo, que estimula a mentalidade de crente consumidor. Quando um crente compreende que ele deve produzir e não simplesmente consumir, uma verdadeira revolução acontece em sua postura em relação à igreja local.
7. Todo reconhecimento ministerial deve ser pelo fruto do trabalho
Em Mateus 7.16, o Senhor Jesus disse que pelos frutos seríamos conhecidos. Isso significa que o caminho do reconhecimento ministerial deve sempre levar em conta os frutos do obreiro. Deve haver fruto de vidas alcançadas, transformadas, edificadas e células multiplicadas para que alguém vá crescendo no ministério.
Não podemos seguir os padrões religiosos de outros movimentos. Em algumas igrejas, reconhecimento vem através de um curso teológico. Assim, uma pessoa é constituída como pastor somente porque acumulou algum conhecimento intelectual sem nunca ter tido nenhum fruto na obra. Todavia, nos tempos do Novo Testamento, os presbíteros eram levantados no seio da própria igreja e eram reconhecidos por seu caráter e pelos frutos no serviço (Tt 1.5-9).
Assim, existe um trilho que cada um deve seguir caso aspire ser um pastor. Ele deve conquistar a confiança dos pastores pelos seus frutos e caráter. A credibilidade e a confiança são a chave para o reconhecimento ministerial. Seu pastor, discipulador e mesmo a igreja precisam confiar em você. A confiança possui quatro elementos.
a) Integridade – Qualquer um que aspira crescer ministerialmente precisa, em primeiro lugar, demonstrar integridade, que significa ser inteiro, a mesma pessoa por dentro e por fora, publicamente e em particular. É ser coerente consigo e com os outros.
b) Motivação – Precisa demonstrar que suas motivações são puras. Os irmãos desejam ver que nos preocupamos e buscamos sinceramente o bem da obra e não nosso próprio interesse.
c) Capacitação – Os irmãos precisam perceber que você consegue liderar a célula, a rede ou a igreja.
d) Resultado – Líderes que multiplicam suas células e suas redes ganham a confiança dos membros e dos pastores da igreja. Em nosso meio, ninguém é constituída líder por causa de amizades, posição social ou títulos acadêmicos, mas tudo passa pelos frutos.
8. Os líderes devem ser modelo para tudo o que querem que os demais discípulos sejam e façam
Não somos como aquele homem que fica na praia ensinando os que estão no barco a navegarem. Em nosso meio, os que ensinam são os primeiros a entrar no barco, correr os riscos e demonstrar sua liderança com o próprio exemplo. Eles devem ser o exemplo, não apenas de santidade pessoal, mas também de serviço na obra de Deus. Devem se relacionar, pregar o evangelho, fazer discípulos, edificá-los, multiplicar células, etc (At 1.1; Hb 5.1-3).
9. Todo ensino e toda estrutura devem se manter na simplicidade
Não devemos ter um “pacote” muito grande. Paulo deu todo o conselho de Deus aos efésios em apenas três anos (At 20.27). Jesus mandou guardar todas as coisas que ele nos ordenou e não toda a Bíblia. Se a igreja está cheia de intelectualismo bíblico, ou está sempre atrás de novidades, será muito difícil edificar discípulos. A novidade na igreja é que o amor e a obediência aumentam e muitos novos se convertam ao Senhor (2 Co 11.3).
10. Tudo na igreja local se faz nas células e a partir delas
O Espírito Santo levou a igreja para as casas, não somente para realizar reuniões com oração, cântico e pregação, mas para que ela seja tudo o que deve ser e, principalmente, para desenvolver o ministério dos santos (At 2.46; 5.42; Rm 16.10, 14, 15; 1 Co 16.15, 19; Cl 4.15). Em grandes reuniões, não se pode treinar os santos para o ministério. Por isso, devemos nos reunir nas casas, em grupos pequenos que chamamos de célula.
Qual é sua maneira de ver e de ser igreja? Talvez você esteja naquele grupo que enxerga a igreja apenas como um amontoado de crentes que se reúne aos domingos para ouvir uma palavra sobre a Bíblia em um templo. Ou, quem sabe, sua visão é um pouco mais moderna e você vê a igreja como um belo show de música ou de teatro dirigido por profissionais e experts em entretenimento.
Existem muitas formas de ver a igreja. A grande questão é: qual deles nos permite concretizar o projeto de Deus? Deus, como um prudente construtor, nos deu um projeto de Sua igreja na Bíblia: a igreja primitiva.
É por meio das células que podemos retomar aquilo que a Igreja perdeu no decorrer dos séculos, pois ela se tornou algo diferente daquilo que Deus tencionou desde o princípio. Se você nunca parou para checar seu conceito de igreja, faça-o agora. Deus está movendo sobre a terra e um novo padrão está sendo estabelecido. Novo para nós, mas antigo na história. Este é o padrão do Novo Testamento e até mesmo o padrão da reforma: cada crente um ministro e cada casa uma extensão da igreja.
Contato: aluizioasilva@terra.com.br
twitter.com/aluizioasilva
FONTE:igrejavideira.com
sábado, 16 de outubro de 2010
A “doideira” de ser líder...
Leia e entenda um pouco mais a respeito dos desafios e alegrias da liderança
Existem na vida muitas coisas misteriosas que não conseguimos explicar e as palavras não expressam tudo aquilo que sentimos ou vivemos. Salomão demonstra essa realidade quando cita alguns exemplos em Provérbio 30.18,19: “Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, quatro que não entendo: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela”. Uma dessas coisas que acontece com alguns e que não conseguimos explicar é o fato de ser líder, pois, de modo muitas vezes incomum, subjetivo ou com uma forte experiência, somos chamados por Deus.
Além disso, é até engraçado pensar, em alguns momentos, que liderar deve estar na nossa veia, correndo em nosso sangue, pois não conseguimos deixar de ajudar o próximo. Isso se torna mais louco, quando pensamos que liderar, apesar de ser apaixonante, é também muito difícil.
Quando vejo tudo o que um líder passa para liderar outras pessoas, não consigo chegar à outra conclusão a não ser: liderar é mesmo uma doideira. Liderar muitas vezes é lidar contra o tempo, é ter pessoas em seu círculo de pastoreio dos mais diferentes níveis sociais, educacionais, financeiros. É também saber lidar com o seu próprio erro e o do outro; é saber esperar o tempo do outro; é se entristecer, se humilhar; é amar sem ser amado, servir sem ser servido; é ver algo de bom aonde ninguém vê; sofrer, gastar tempo conversando; é falar e muitas vezes não ser ouvido, chorar muito, ser decepcionado, traído, enganado, e até mesmo caluniado. É ser desonrado, em alguns momentos, ouvir sem falar nada. É abrir mão, reconhecer o erro quando estiver errado ou não. É denunciar o pecado.
O grande mistério está neste ponto. Por que mesmo assim lideramos outras pessoas? Qual é o motivo de não abandonarmos tudo para vivermos nossa vida comum? O que faz alguém querer passar por tudo isso e ainda querer ajudar o próximo? Para desvendarmos esse mistério ou essa doideira basta olharmos para o que Deus fez em nós. A primeira coisa é quando nossos olhos se abrem para a proposta Dele para todo cristão: ser um agente dele aqui na terra.
Lembro-me quando fui desafiado pelo “Senhor” a liderar outras pessoas. Sentia-me a última pessoa do mundo capaz de liderar outras. Mas, de uma maneira maravilhosa e graciosa, Deus foi fazendo seu milagre em minha vida e comecei a ajudar meu próximo. No início, não imaginava que normalmente essa era a maneira que Deus fazia com todos que Ele chamava. Mas conversando com outros que entraram nessa doideira e também lendo a Bíblia, fui vendo que isso era uma “pegadinha de Deus”. Paulo mesmo diz isso, lá em I Coríntios 1.27: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar as sábias e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes”. Por causa dessa grande loucura de Deus, é que somos tão envolvidos e ficamos apaixonados em liderar.
Outro ponto importante para desvendar esse grande mistério é a graça de Deus em nos usar. Somos tão falhos e cheios de imperfeições e, mesmo assim, Ele nos convida a sermos um instrumento Dele em suas mãos. Isso é apaixonante e contagiante! Como pode isso acontecer? É uma grande loucura. Você nunca está 100% preparado, e sempre existe mais a ser mudado em nós. E mesmo assim Deus nos usa, isso é o que nos fascina, nos encanta. A Graça de Deus fluindo através de alguém que não merecia nada.
Liderar é relacionar-se, é saber lidar com o outro, com suas diferenças e dificuldades. Isso é outro motivo para nos envolver nessa doideira que é liderar. Durante o tempo em que Jesus esteve com seus discípulos, Ele ensinou e demonstrou o amor ao próximo contando a história do bom Samaritano, sendo carinhoso com as crianças, conversando com a mulher samaritana e perdoando a prostituta. Cristo nos deu seu exemplo, de amar àquele que está ao nosso lado. Ele disse que quem ajuda a um dos seus pequeninos, recebeu e receberá a recompensa. Mas que recompensa é essa, quando discipulamos, cuidamos, pastoreamos, ensinamos? A nossa recompensa é o tanto que crescemos como ser humano quando ajudamos o outro. É poder ver pessoas destruída e sem esperança sendo restauradas, voltando a viver. É muitas vezes ouvir um agradecimento, ver um rosto alegre e ter o privilégio de fazer algo de bom por alguém. São essas coisas que nos envolvem a participar dessa grande loucura que é liderar.
Quando leio a Bíblia e vejo a história de Abraão, deixando sua terra e indo para uma terra que ele não conhecia; Moisés abrindo mão do palácio de Faraó para libertar o povo; Neemias deixando tudo para reconstruir os muros de sua cidade; os discípulos deixando para trás suas casas e bens para seguir a Jesus; Paulo não sendo tirano e se transformando num mártir por amor a Cristo... todas essas e outras história bíblicas e as inúmeras experiências de outros líderes só me levam a ver que liderar é a maior doideira que pode existir. Só entende de fato esse mistério quem está disposto a ajudar o próximo e se entregar pela causa de Cristo.
:: Por Bruno Bacelar Dias - prbruno.bacelar@gmail.com
Pastor da Rede de Adolescentes da Igreja Batista da Lagoinha
Leia e entenda um pouco mais a respeito dos desafios e alegrias da liderança
Existem na vida muitas coisas misteriosas que não conseguimos explicar e as palavras não expressam tudo aquilo que sentimos ou vivemos. Salomão demonstra essa realidade quando cita alguns exemplos em Provérbio 30.18,19: “Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, quatro que não entendo: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela”. Uma dessas coisas que acontece com alguns e que não conseguimos explicar é o fato de ser líder, pois, de modo muitas vezes incomum, subjetivo ou com uma forte experiência, somos chamados por Deus.
Além disso, é até engraçado pensar, em alguns momentos, que liderar deve estar na nossa veia, correndo em nosso sangue, pois não conseguimos deixar de ajudar o próximo. Isso se torna mais louco, quando pensamos que liderar, apesar de ser apaixonante, é também muito difícil.
Quando vejo tudo o que um líder passa para liderar outras pessoas, não consigo chegar à outra conclusão a não ser: liderar é mesmo uma doideira. Liderar muitas vezes é lidar contra o tempo, é ter pessoas em seu círculo de pastoreio dos mais diferentes níveis sociais, educacionais, financeiros. É também saber lidar com o seu próprio erro e o do outro; é saber esperar o tempo do outro; é se entristecer, se humilhar; é amar sem ser amado, servir sem ser servido; é ver algo de bom aonde ninguém vê; sofrer, gastar tempo conversando; é falar e muitas vezes não ser ouvido, chorar muito, ser decepcionado, traído, enganado, e até mesmo caluniado. É ser desonrado, em alguns momentos, ouvir sem falar nada. É abrir mão, reconhecer o erro quando estiver errado ou não. É denunciar o pecado.
O grande mistério está neste ponto. Por que mesmo assim lideramos outras pessoas? Qual é o motivo de não abandonarmos tudo para vivermos nossa vida comum? O que faz alguém querer passar por tudo isso e ainda querer ajudar o próximo? Para desvendarmos esse mistério ou essa doideira basta olharmos para o que Deus fez em nós. A primeira coisa é quando nossos olhos se abrem para a proposta Dele para todo cristão: ser um agente dele aqui na terra.
Lembro-me quando fui desafiado pelo “Senhor” a liderar outras pessoas. Sentia-me a última pessoa do mundo capaz de liderar outras. Mas, de uma maneira maravilhosa e graciosa, Deus foi fazendo seu milagre em minha vida e comecei a ajudar meu próximo. No início, não imaginava que normalmente essa era a maneira que Deus fazia com todos que Ele chamava. Mas conversando com outros que entraram nessa doideira e também lendo a Bíblia, fui vendo que isso era uma “pegadinha de Deus”. Paulo mesmo diz isso, lá em I Coríntios 1.27: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar as sábias e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes”. Por causa dessa grande loucura de Deus, é que somos tão envolvidos e ficamos apaixonados em liderar.
Outro ponto importante para desvendar esse grande mistério é a graça de Deus em nos usar. Somos tão falhos e cheios de imperfeições e, mesmo assim, Ele nos convida a sermos um instrumento Dele em suas mãos. Isso é apaixonante e contagiante! Como pode isso acontecer? É uma grande loucura. Você nunca está 100% preparado, e sempre existe mais a ser mudado em nós. E mesmo assim Deus nos usa, isso é o que nos fascina, nos encanta. A Graça de Deus fluindo através de alguém que não merecia nada.
Liderar é relacionar-se, é saber lidar com o outro, com suas diferenças e dificuldades. Isso é outro motivo para nos envolver nessa doideira que é liderar. Durante o tempo em que Jesus esteve com seus discípulos, Ele ensinou e demonstrou o amor ao próximo contando a história do bom Samaritano, sendo carinhoso com as crianças, conversando com a mulher samaritana e perdoando a prostituta. Cristo nos deu seu exemplo, de amar àquele que está ao nosso lado. Ele disse que quem ajuda a um dos seus pequeninos, recebeu e receberá a recompensa. Mas que recompensa é essa, quando discipulamos, cuidamos, pastoreamos, ensinamos? A nossa recompensa é o tanto que crescemos como ser humano quando ajudamos o outro. É poder ver pessoas destruída e sem esperança sendo restauradas, voltando a viver. É muitas vezes ouvir um agradecimento, ver um rosto alegre e ter o privilégio de fazer algo de bom por alguém. São essas coisas que nos envolvem a participar dessa grande loucura que é liderar.
Quando leio a Bíblia e vejo a história de Abraão, deixando sua terra e indo para uma terra que ele não conhecia; Moisés abrindo mão do palácio de Faraó para libertar o povo; Neemias deixando tudo para reconstruir os muros de sua cidade; os discípulos deixando para trás suas casas e bens para seguir a Jesus; Paulo não sendo tirano e se transformando num mártir por amor a Cristo... todas essas e outras história bíblicas e as inúmeras experiências de outros líderes só me levam a ver que liderar é a maior doideira que pode existir. Só entende de fato esse mistério quem está disposto a ajudar o próximo e se entregar pela causa de Cristo.
:: Por Bruno Bacelar Dias - prbruno.bacelar@gmail.com
Pastor da Rede de Adolescentes da Igreja Batista da Lagoinha
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
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